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Como os 'camisas 10' ainda surgem na Argentina? Diretor do River Plate explica

Gustavo Javier Grossi, diretor das divisões de base do River Plate, estará em dois eventos sobre futebol e revelação de jogadores no Brasil em novembro. O clube de Buenos Aires é um dos que mais "criam" bons e talentosos atletas no futebol argentino e ele respondeu às perguntas do blog.

Quais são os conceitos básicos do futebol de base no River Plate?
Gustavo Grossi - Baseia-se na detecção de talentos em toda a hierarquia, priorizando excelente técnica, elegância, velocidade e interpretação da filosofia ofensiva procurando ser o protagonista do jogo, que é o projeto do clube.

Por que River é uma das equipes que revela jogadores talentosos? Gustavo Grossi - Consideramos que a nossa marca no futebol mundial e o maior patrimônio institucional, nós somos a mais reconhecida "fábrica" de jogadores de futebol da Argentina.

Fale sobre o trabalho de base do River.
Gustavo Grossi - Trabalho integral, nossa formação de jovens é para que procurem cumprir seus objetivos e se desenvolvam como pessoas também.

Que outros clubes na Argentina, na sua opinião, fazem bons trabalhos de base e também revelam novos talentos?
Gustavo Grossi - O Rosario Central é clube que mais parece ter uma divisão de base profissionalizada. Seus jogadores costumam ser convocados e está na província que mais atletas cede para as seleções da Argentina.

No Brasil, hoje jogadores com as características de "enganche", o armador, o camisa 10, são raros, mas na Argentina continuam a surgir. O que não é feito no Brasil e se faz na Argentina?
Gustavo Grossi - No River Plate todas as categorias jogam com um sistema que lhes favorece, o 4-3-1-2, mas acima de tudo procuramos detectar esse tipo de jogador por todo o país e em todas as idades. Nós revelamos jogadores sul-americanos e aceitamos algumas referências europeias sem sair da nossa bem-sucedida linha que identifica o futebol do continente.

 

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